Jequié encurta relacionamento entre o Brasil e o Congo

por Marcos Oliver 

pinheiro.jpgDois paises, dois costumes. O Brasil com sua população mista, jamais escondeu o seu respeito e apreciação pela postura de paises negros. Demonstra em público que não há divergência entre raças e povos, pelo contrário, que aceitamos as diferenças (se é que há). Nossos costumes, nossa dança, nossos ancestrais, nossos pensamentos ratificam essa admiração. A nação brasileira já demonstrou em vários atos públicos que a discriminação racial é apenas uma questão mesquinha de poucos. Pessoas não civilizadas.

Como um dos poucos, o Brasil têm demonstrado que, a democracia é a liberdade, e que essa liberdade se conquista respeitando o direito alheio. A constituição federal não nos deixa dúvidas de que a nossa única diferença está no número de registro de nascimento, ela afirma: somos todos iguais, sem distinção e temos os mesmos direitos.

O jequieense, também, demonstra que esse pensamento nos faz mais independentes e criativos. Representantes do executivo municipal encabeçam o pedido de inclusão da matéria “História e Cultura Afro” na grade curricular das escolas municipais.

A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, UESB; Faculdade de Tecnologia e Ciências, FTC; e Prefeitura Municipal de Jequié em parceria com a Câmara de Comércio Basil-Nordeste/República Democrática do Congo, presidida pela professora Mwewa Lumbwe, demonstram que a diplomacia é, também, fator de bastante apreciação por ambos, que tentam uma aproximação comercial e cultural, enriquecida por vários eventos de intercâmbio entre os dos paises.

Hoje, dia 14 de julho, esse estreitamento estará sendo mais bem visualizado em um “Jantar Dançante Congolês”, organizado em parceria com o Curso de Enfermagem da UESB, que comemora o seu Jubileu de Prata.

Uma resposta

  1. Caro Marcos: obrigada pela divulgação da CBNERD e do jubileu de Prata do Curso de Enfermagem da UESB: os que estaõ engajados nessa parceria buscam promover o respeito à diversidade cultural, porque reconhecem que este século é considerado da Reparação. Para nossa reflexão: De Todos os Tempos de Joaquim Monecks. O essencial é conter o homem injusto, ou ao menos, não participar de suas ações injustas. Quanto ao jantar dançante foi um sucesso. Os que lá estiveram puderam vivenciar momentos agradáveis.Ivône

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