O Que Possuímos

Abril 26, 2007

 É interessante anotar como desejamos, no mundo, tantas coisas, que nos parecem imprescindíveis. 
 
Quantas vezes, em meio às tarefas que nos cabem, na oficina de trabalho, não desejamos um emprego melhor?
 
Pois é. Gostaríamos de um melhor ambiente de trabalho, um chefe menos rigoroso, uma carga horária menor, um salário maior.
 
No entanto, centenas de pessoas anseiam somente por ter um emprego. Qualquer que fosse. Um salário mínimo, ao menos, para saírem da penúria total. 
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Prece das mãos

Março 5, 2007

Pai,

Toma minhas mãos, que são parte da obra que Tu assinaste: eu mesmo.

Olha as linhas que são os traços do meu destino e reforma-as na medida do meu merecimento.

Olha minhas digitais que indicam não haver ninguém igual a mim, o que prova a Tua originalidade…
…examina-as e julga os crimes que porventura eu tenha cometido.
 

Pai,

Vê nas minhas mãos o histórico das minhas doações e até que ponto elas foram válidas.

Vê também o histórico de tudo o que recebi e julga se sou suficientemente grato. 

Pai,

Nas minhas mãos estão as marcas dos serviços prestados…vê se trabalhei e tenho trabalhado da forma que Tu aprovas.

Vê quantos foram os toques de afeto e de agressão e apresenta-me o saldo.Julga as palavras escritas em meu diário de alegrias e de aflições. 

Pai,

Vê os apertos de mãos que já dei, os acenos de adeus e os sinais de ’sim’ e de ‘não’.Estão sob Teu juízo minha honestidade e minhas dores. 

Pai,

Toma minhas mãos…Sente como se através delas o meu coração falasse.Diz se posso olhar-Te nos olhos ou com elas esconder a minha face. 

Amém!

Autora: Silvia Schmidt


Supérfluo e Necessário

Fevereiro 27, 2007

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego. 

Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição. 

Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver. 

Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais. 

Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar. 

Uns queriam ter voz bonita; outros, falar. 

Uns queriam silêncio; outros, ouvir. 

Uns queriam sapato novo; outros, ter pés. 

Uns queriam um carro; outros, andar. 

Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário. 

 

Chico Xavier 

Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.A sabedoria superior tolera, a inferior julga;a superior alivia, a inferior culpa;a superior perdoa, a inferior condena.Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar! 

Que possamos estar sempre atentos aos sinais e saber o que realmente se faz necessário.Tenha um ótimo dia!!! 


Mãe de Avental Azul

Fevereiro 26, 2007

O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
- Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
- É uma boa idéia, falou a mãe. Irei com você.
- Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.

A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
- Você é um anjo?

Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
- Ela não era um anjo, não é, mamãe?
- Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
- Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
- Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
- Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.

- Você me carrega?
- É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.

Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava.

Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
- Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.


A Loja de Cd

Fevereiro 21, 2007

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura.
Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.
Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.
Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.
Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada.
Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.
Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse
- “Esse aqui”.
- “Quer que embrulhe para presente?” - perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.
Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.
Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.
Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.
Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: “Então, você não sabe? Faleceu essa manhã”.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria”.
Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.

Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde….


O Vestido Azul

Fevereiro 14, 2007

vestido.jpgNum bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o mestre: “É uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito.

Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul. Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas.

Ao fim de uma semana, disse o pai: - Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?

E assim fez o humilde casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências.

Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um político que, bem impressionado, disse: - É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo.

E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem. E pensar que tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele simples professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação.

Podemos fazer sempre alguma coisa… É difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.


O Porco e o Cavalo

Fevereiro 8, 2007

dssv.jpgUm fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois
o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento
durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja
melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse: - Força amigo ! Levanta daí,
senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se
aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! vamos lá, eu te
ajudo a levantar… Upa!

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: -
Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode
contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: - Cara, é
agora ou nunca, levanta logo ! Coragem ! Upa ! Upa ! Isso, devagar !
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai…
Fantástico ! Corre, corre mais ! Upa ! Upa ! Upa !!! você venceu, Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

- Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa… “Vamos matar o
porco!”

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes
fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da
gratidão puderam dispor??? Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não
é o de um profissional, lembre-se : Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso.


Pedra Preciosa

Fevereiro 7, 2007

Um pesquisador de jóias e pedras preciosas estava viajando, como de costume em busca de algo novo.
Quando resolveu parar e pedir um copo de água em um casebre à beira da estrada.
Bateu à porta e uma mulher vestida com roupas bem surradas lhe atendeu.
Prontamente se dispôs a saciar sua sede.

O homem parado começou observar a pobreza da família e sentiu-se penalizado, pensou em ajudá-los…
Olhou em volta para tentar descobrir o que poderia fazer por eles;
Onde estaria a sua maior dificuldade ou necessidade para que pudesse fazer alguma coisa.
Foi então que algo curioso aconteceu!
Pouco mais adiante dele.
Brincando feliz no terreiro, estavam duas crianças sujas de terra dos pés à cabeça e rodando algo que lhes faziam muito feliz:
Uma velha enorme pedra empoeirada…
O homem observou aquilo e achou interessante como duas crianças poderiam se divertir com algo tão peculiar.
Mas… Acabou notando que de peculiar alí não tinha nada, aquilo era nada mais nada menos, que uma enorme pedra preciosa que valia uma fortuna e eles inocentemente estavam jogando-a de um lado para outro no quintal.

Enquanto passavam necessidades que com um pedacinho só daquela pedra poderiam suprir…
Aquela família precisava apenas de alguém que lhes ajudasse a perceber o valor daquilo…
E ali estava o homem, agora só dependia deles aceitar ou não, sua ajuda…

Conclusão:
Quantas preciosidades já tivemos em nossas mãos e nem soubemos reconhecer?
Quantas coisas e pessoas próximas de nós que nem notamos e nem dedicamos atenção?
Deixamos de viver… Muitas vezes…
Porque não percebemos o que temos:
O dom maravilhoso da vida…
Da vida em Deus.


O Guerreiro e o Mestre

Fevereiro 6, 2007

Certo dia, um guerreiro muito orgulhoso, veio ver seu Mestre.
Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o guerreiro sentiu-se repentinamente inferior.

Ele então disse ao Mestre:
- Porque estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem. Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Porque estou me sentindo assustado agora?

O mestre falou:
- Espere. Quando todos tiverem partido, responderei.

Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o guerreiro estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o guerreiro perguntou novamente:
- Agora você pode me responder porque me sinto inferior?

O Mestre o levou para fora. Era uma noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte.
Ele disse:
- Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado.
Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: “porque me sinto inferior diante de você?” Esta árvore é pequena e aquela é grande – este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso.

O guerreiro então argumentou:
- Isto se dá porque elas não podem se comparar.

E o Mestre replicou:
- Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo, Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas. Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa. É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único.


Frequência do Eu Te Amo

Janeiro 30, 2007

pic.jpgCom que frequência diz “eu te amo”?

Um amigo meu contou uma história verdadeira sobre como resposta a esta pergunta:
A mãe dele era uma pessoa muito alegre, cheia de energia e muito positiva. Adorava a vida e dizia a todos que os amava. Amigos, filhos, empregados, todos.

O pai ao contrário era extramente reservado e não era dado a muitas manifestações de afeto o que provocava nos filhos uma certa surpresa ao ver que os pais se entendiam tão bem apesar dessa diferença.

Um dia, já adulto, conversando com a mãe que fazia um balanço da própria vida ele perguntou se ela havia sido sempre sido feliz, e ela disse que sim. Ai ele perguntou o que ela gostaria de ter na vida que não houvesse conseguido e para enorme espanto dele ela disse que seria ouvir do marido que ele a amava.

A mãe argumentou que tinha certeza do amor do marido, que era extremamente feliz com ele mas que ela nunca havia ouvido dele essas palavrinhas mágicas e que por mais absurdo que pudesse parecer era tudo o que ela mais queria na vida !

Mesmo que parecesse algo imaturo, algo infantil era o que ela mais queria. Alguns meses depois era aniversário de casamento dos pais… 25 anos de casados que seriam comemorados com uma grande festa.

Uns dias antes da festa ele saiu com o pai pra comprar um presente pra mãe e o pai, no carro, disse que gostaria de dar a ela algo que significasse muito porque ela havia realmente sido uma esposa formidável… ele contou ao pai o que a mãe mais queria na vida.

Segundo ele o pai ficou perplexo e não disse nada. No dia da festa, lá pelas tantas, o pai pediu silencio a todos os presentes e fez um discurso curto, porém emocionado, ao fim olhou nos olhos da mulher e disse que queria naquele momento que ela soubesse o quanto ele a amava e que o perdoasse por nunca haver dito.

A mãe dele até hoje diz que podia ter morrido naquela hora porque “havia conseguido o que mais queria.” Nem é preciso dizer que ao final da história estava com lágrimas nos olhos e que com aquela história havia economizado anos de terapia.

E você?
Com que frequência diz “eu te amo”???