Pinheiro lembra bandeira de campanha em 2008 com Lídice‏

O candidato ao Senado pelo PT, Walter Pinheiro, comemorou a inauguração do Hospital do Subúrbio essa semana, lembrando que o equipamento foi um dos seus principais compromissos de campanha à Prefeitura de Salvador junto com Lídice em 2008. “Foi uma bandeira de campanha nossa, minha e de Lídice, que dialogamos com o governo Wagner e que mantivemos o compromisso e o trabalho, como parlamentares, para garantir recursos para obra”, afirmou Pinheiro.

Lídice e Pinheiro formam a dupla de postulantes ao Senado da chapa de reeleição do governador Jaques Wagner e disputaram juntos as eleições 2008, Pinheiro como candidato a prefeito, e Lídice na vice. “O Hospital do Subúrbio vai atender toda a demanda da região, do miolo de Salvador e até de outras cidades, por causa do porte dele, ampliando a oferta dos serviços e levando a Saúde para perto das pessoas que mais precisam”, disse o candidato.

Pinheiro contribuiu ainda, enquanto secretário de Planejamento, na alocação de recursos no Orçamento do Estado e na modelagem da gestão do hospital, cujo início das obras foi prejudicado por causa da demora em a Prefeitura liberar o alvará de construção (licença). “No Senado, vamos trabalhar por mais recursos para os novos equipamentos, como o Hospital da Mulher, o Oncológico, as UPAs, dando continuidade no que fizemos com Lula e Wagner”, disse Pinheiro.

Primeiro dia – Em seu primeiro dia de funcionamento, o Hospital do Subúrbio realizou 162 atendimentos, dos quais três foram cirurgias, sendo duas ortopédicas e uma geral e dez pacientes ficaram internados. A unidade com 268 leitos atende casos de urgência e emergência clínica, cirúrgica e traumato-ortopédica adulto e pediátrica.

A comerciante Jaciara dos Santos (foto), de 32 anos, moradora do bairro, acompanhou a construção desde o início e disse que o hospital, antes mesmo de funcionar, já tinha beneficiado muita gente: enquanto seu marido trabalhava na obra, ela vendia quitutes em frente à construção. “A gente tinha que ir longe quando estava doente. Se alguém passava mal, não tinha emergência, era um corre-corre ou a gente se aquietava e esperava passar. Agora eu me sinto mais segura. Tenho uma mãe idosa e sei que, quando ela precisar, vai ser atendida em pouco tempo”, falou Jaciara.

Já Solange Santana, de 25 anos, que buscava solução para uma gastrite, desabafou: “Eu precisava ir no médico, já estou com dores tem semanas, mas era tão longe. Graças a Deus que agora tem esse aqui, novinho pra gente”.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s