Câmara: Substituição de chapa determina derrota de candidaturas governistas

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A presidência da mesa diretora da Câmara Municipal de Jequié, no biênio 2017/2018, estará sob o comando do vereador Emanuel Campos Silva “Tinho” (PV), que lançou sua chapa no processo eleitoral realizado neste domingo (1º) saindo vencedora na disputa com o candidato  Ivan dos Santos Oliveira, “Ivan do Leite” (PSB), que contava com o apoio da base aliada do prefeito Sérgio da Gameleira. A expectativa de vitória do candidato governista vinha sendo estimada com um total de 11 votos. A chapa presidida por Tinho e constituída pelos vereadores Admilson Careca (PSC), vice-presidente; Régis Silva (PT), 1º secretário e Laninha (PRP), 2ª secretária, retirou dois votos tidos como certos pelo grupo governista e foi eleita com 10 votos favoráveis contra 9 obtidos pelo candidato Ivan do Leite.

Para obter a surpreendente vitória no processo, antes do registro das chapas, o vereador Eliezer Fiim (PSL), que era apontado como oponente direto de Ivan do Leite, decidiu retirar seu nome da  disputa. Com essa estratégia política, votaram com os componentes dos quatro cargos da chapa vencedora, os  vereadores Tinho (PV), Careca (PSC), Régis (PT), Laninha (PRP), Fiim (PSL), Joaquim (PMDB), Pastoleiro (PTN), Ramon (PTN), Roque Silva (PTN) e Colorido (PRP). Além do próprio candidato, votaram com Ivan do Leite (PSB), Dorival (PRB), Gilvan (PPS), Guina (PSOL), Gião (PSOL), Gutinha (PMDB), Márcio de Marinho (PP), Beto de Lalá (PTdoB) e Zé Simões (PHS).

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Até os minutos que antecederam o registro de chapas e a eleição da nova mesa diretora da Câmara de Vereadores de Jequié, era avaliada como certa a vitória do candidato Ivan do Leite (PSB), que contava com a expectativa de obter 11 votos, contra oito do seu previsível oponente Eliezer Fiim (PSL). Após o resultado, o vereador Ivan do Leite subiu na tribuna criticando e sugerindo sem citar nomes, que ocorreu traição no processo. O secretário municipal da Fazenda, Verivaldo Santana (PSC), ao deixar o plenário afirmou que a suposta traição teria ocorrido no seu partido, no caso o vereador Admilson Careca, que aceitou compor a chapa de Tinho, na condição de candidato a vice-presidente da Câmara.

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